Caso PRF Moon: A verdade que a imprensa suja esconde.

Caso PRF Moon: A verdade que a imprensa suja esconde.

Adriano era o que se pode classificar por um “vida torta”. Já o PRF. Moon sempre foi um “ficha limpa” que agora luta na Justiça para escapar de acusações infundadas contra sua ação como policial no estrito cumprimento do dever.


Mesmo num momento de desigualdade numérica arriscou sua vida pela preocupação de garantir o dever legal da sua profissão – Policial Rodoviário Federal – e com a segurança no trânsito desta Capital, afinal, conseguiu interceptar uma potente Toyota Hillux que tinha ao volante um homem bêbado e tresloucado, contumaz em violar a lei, mas muitíssimo bem relacionado – ele não sabia disso – nas esferas do Ministério Público e que se aproveitava desse conhecimento para aprontar das suas. Na ficha de Adriano consta: desde roubo de energia elétrica num dos seus restaurantes, a agressões a funcionária deixando-a marcada com uma violenta surra aplicada, além da acusação falsa contra outra funcionária dela estar “levando para casa restos de comida”.


OS FATOS


No dia 31 de dezembro de 2016, o PRF Ricardo Moon estava indo para o trabalho sem imaginar que aquela madrugada mudaria completamente seu destino ao reagir instintivamente contra uma tentativa de atropelamento feita por Adriano Correia, que ao volante da caminhonete já havia recebido voz de prisão pelo seu estado etílico que poderia causar um acidente de grande monta, afinal, muita gente estava nas ruas pelo romper do Ano Novo. Depois de preso pelo policial rodoviário federal que se postou diante da caminhonete num gesto de coragem a fim de não permitir que o motorista embriagado e drogado fugisse do local, vez que já havia chamado uma viatura da Polícia Militar para autuá-lo, Adriano engata uma primeira marcha no veículo e sem a menor responsabilidade com a vida do PRF. Moon, arranca, obrigando-o à pular de lado para não ser morto atropelado. Em ato seguido ele saca da sua arma funcional e instintivamente dispara contra o veículo, acertando o motorista que morreu no local.


FATOS DE IMPRENSA


A imprensa, na época, fez ampla cobertura após o fato e durante investigações distorcendo vários quesitos de forma a prejudicar o policial. Com o passar do tempo as dúvidas criadas no sentido de inverter a ordem dos acontecimentos foram pouco a pouco sendo esclarecidas, mas os fatos distorcidos publicados várias vezes acabaram distorcendo a verdade e criando uma mentira-verdadeira que tenta empanar a verdadeira missão policial bem cumprida que poderia, em caso de afrouxamento, ter resultado em grave sanção ao policial em questão, além do fato hipotético que Adriano, em fuga, da forma como estava completamente transtornado, poderia causar grave acidente inclusive matando pessoas desta sociedade. Cinco pontos que pouco ou nada foram esclarecidos motivaram BOCA DO POVO fazer esta reportagem, vez que o Tribunal do Júri de Campo Grande está se preparando para julgar o “Caso Moon” na próxima quinta-feira (11/04).


01 – MUNIÇÕES QUE NÃO SUMIRAM


A acusação alegou que o PRF Moon teria escondido ‘seis’ munições. Para tentar provar isso a acusação considerou um carregador de 16 munições. Foi uma acusação mentirosa. A VERDADE: A pistola municiada do policial, foi periciada apontou que o carregador só tinha capacidade para 11 (onze) munições, ou seja: Moon entregou todas as munições à Justiça.


02 – TESTEMUNHAS IGNORADAS


A acusação afirmou que o PRF. Moon “desceu” do carro já com a arma na mão. A VERDADE: Das 7 (sete) testemunhas, 5 (cinco) disseram que o PRF. Moon desceu do carro sem estar com a arma na mão. Entretanto, a sanha acusatória em favor do desordeiro dispensou os depoimentos de 5 (cinco) das 7 (sete) testemunhas, aproveitando apenas “duas” que disseram o contrário, e com esses dois depoimentos errôneos conseguiu decretar a prisão preventiva do PRF, o que demonstra a influência de Adriano em alguns setores da Justiça.


03 – BRIGA DE TRÂNSITO versus ABORDAGEM POLICIAL


A acusação, flagrantemente favorável “pró Adriano”, luta desbragadamente para classificar o crime como “briga de trânsito” e não uma tentativa policial de interromper a trajetória de um motorista embriagado e drogado que colocava em flagrante risco a vida de outras pessoas.
No sangue de Adriano foi encontrada 2,33g/l de álcool, o equivalente a 1,17 mg no bafômetro. A quantidade é pelo menos “4 (quatro) vezes” maior que o suficiente para ser preso (0,6g/l no sangue ou seja: 03,mg/l de ar). Além do álcool a perícia constatou também a presença das drogas ‘ecstasy’ e remédio ‘sertralina’, uma medicação psiquiátrica que não pode ser misturada com álcool. O teste de bafômetro apontou que o PRF. Moon não tinha qualquer tipo de álcool no seu sustema sanguíneo.
Os passageiros da Hillux se recusaram-se a realizar o teste de bafômetro.
O PRF ligou para a Polícia Militar solicitando a presença urgente de uma viatura no local. Da chamada ao 190 extraímos o seguinte diálogo:
PRF. Moon – “Por favor, mande uma viatura aqui, que tem um motorista que está com indícios de embriaguez. Estou aqui na Ernesto Geisel, perto do parquinho”. 190 – “O que está acontecendo aí, jovem?”…
PRF. Moon – “É que eu tive um acidente por causa desse cara aqui e eles estão batendo boca comigo, e o motorista está bêbado. Ele está indicando indícios de embriaguez”.


04 – MENOR DE IDADE TOMANDO BEBIDA ALCOÓLICA


Adriano, Aguinaldo e Vinícius – respectivamente: motorista e passageiros da Toyota Hillux- haviam saído do ‘Bar Carioca’ e se dirigiam à Boate “Non Stop” após as duas horas da manhã, conforme afirmou o dono da boate. Vinícius possuía 17 anos à época e como faria aniversário no dia seguinte, Adriano havia levado-o para bares e boates, o que é considerado crime pelo ‘Estatuto da Criança e do Adolescente’. No dia, um vídeo gravado e juntado pela defesa do policial ao processo, mostra o menor em companhia de Adriano na boate, tomando bebida alcoólica.


05 – ADRIANO ERA UM CONTUMAZ INFRATOR DE LEIS


Adriano é o que se pode chamar de “vida torta”. Não cedia e nem respeitava as leis, certamente devido ao seu grande e estreito relacionamento com algumas pessoas da Justiça a quem, nos seus momentos mais difíceis, costumava invoca-las como uma forma de intimidar autoridades. Mesmo condenado continuou quebrando restrição judicial de frequentar bares. Havia sido condenado por “roubo de energia” numa de suas empresas onde também agrediu fisicamente uma funcionária que havia pedido seus direitos. No seu histórico consta também uma acusação à uma funcionária dela estar roubando de um de seus restaurantes “comida que voltava das mesas”, num gesto de mesquinharia e pequenez, próprias de quem nunca respeitou os freios inibitórios da justiça, sendo pessoa que, dentro de si, demonstrava por ações efetivas nenhum respeito ao próximo.


MOON: ENTRE O DEVER POLICIAL E AS ACUSAÇÕES INFUNDADAS


A acusação de relevante parcela da imprensa sem qualquer fundamentação legal, mas respaldadas por uma defesa ferrenha e apaixonada contra o PRF. Moon, acabaram por obrigar a decretação da sua prisão preventiva, na base do velho brocárdio de que “a opinião pública é uma prostituta que segura o juiz pela manga da toga”.
As acusações provocaram um massacre contra o policial que foi chamado em várias reportagens de ser ‘desequilibrado’ e ‘despreparado’, quando seu histórico mostra exatamente o contrário.
O PRF. Moon trabalhou durante 20 anos em empresas multinacionais, sendo por diversas vezes premiado. Saiu da iniciativa privada como Gerente Geral. Recebeu durante essa época diversas premiações, inclusive incluindo referências elogiosas, portariada no ‘Diário Oficial do Estado de S. Paulo’ quando na Polícia Civil cumpriu com sua obrigação como servidor mantendo uma invejável “Ficha Criminal” sem ocorrências desabonadoras durante todos os anos como policial Civil.


HISTÓRICO DE ADRIANO


Ao contrário do PRF. Moon, Adriano éera o que se pode classificar na mais pura essência um “vida torta”. De processo por furto qualificado de energia a descumprimento de acordo condicional de pena, violando-a diante da proibição de beber e de frequentar bares. Foi denunciado por uma agressão covarde a uma sua funcionária que exigiu seus direitos, deixando-a com marcas e hematomas pelo corpo. Também agrediu verbalmente e de forma caluniosa outra funcionária acusando-a de “furtar restos de comida do seu estabelecimento para levar para casa”.


RESUMO FINAL


O PRF. Moon a todo instante esteve no estrito cumprimento do seu dever como cidadão e policial. Agiu no sentido de precaver e evitar tragédias que certamente poderiam acontecer com um motorista embriagado e drogado, numa caminhonete potente, e que sequer conseguia parar em pé, tamanha era a carraspana. Naquele instante, caso o PRF. Moon não tivesse feito valer sua autoridade como policial estaria colocando pessoas sob risco inclusive de vida. Além disso, caso não tomasse enérgicas providências poderia ter sido morto atropelado pelo desordeiro além de prevaricar diante do fato. Ainda que não fosse o PRF. Moon, qualquer outra pessoa poderia ter interceptado o motorista dando-lhe voz de prisão conforme autoriza o Art. 301 do CPP (Código de Processo Penal). Não se sabe se o PRF. Moon será ou não condenado. À Justiça que irá julgá-lo dependerá da decisão do corpo de jurados. Será um trabalho da defesa do policial separar o “joio do trigo”. Se condenado por ter sido um policial responsável com a vida dos demais cidadãos ao tentar tirar das nossas ruas um motorista embriagado e drogado que tentou atropelá-lo, assumindo as consequências diante do fato de estar perante uma autoridade policial, estaremos todos na contramão daquilo que se espera desta ou de qualquer outra sociedade e privilegiando um homem que sempre enfrentou a lei na certeza de que nunca nada lhe aconteceria. Voltando aos fatos derradeiros sobre as hipóteses psicodélicas dos acusadores do policial, um derradeiro argumento quando dizem que “O PRF queria matar a vítima: “Quem quer matar alguém, não liga para a polícia”. (BPF).

Fonte: Boca do Povo


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