Juiz afastado pelo TJ/MS é investigado em dois processos, sendo que uma investigação envolve sua mulher em golpe milionário.

Juiz afastado pelo TJ/MS é investigado em dois processos, sendo que uma investigação envolve sua mulher em golpe milionário.

Segundo denuncia de uma fonte que não quis se identificar, entregou documentos onde o Juiz de direito Aldo Ferreira da Silva júnior é investigado em dois processos em trâmite na corregedoria do Tribunal de MS, uma investigação diz respeito na operação que envolve sua mulher Emmanuelle Alves Ferreira da Silva sobre golpe milionário de mais de 5 milhões em um aposentado do Rio de janeiro, em que a mesma fez uso de documentos falsos para aplicar o golpe juntamente com mais três pessoas.


A mulher do Juiz de Direito Aldo Ferreira da Silva Junior foi presa juntamente com seus comparsas e ficou comprovado que “seu cliente” José Geraldo usava documento falso e forjavam um processo de uma dívida do aposentado Salvador Jose monteiro de Barros do Rio de Janeiro no valor de 5 milhões, sendo que ficou comprovado que Emmanuelle ficou com quatro milhões de reais de honorários e tentava sacar mais 1,8 milhões, quando então, todos foram presos em fragrante, após investigação da policia Civil que inclusive havia oficializado o juízo onde tramitava o processo da dívida.


A mulher do juiz teve a prisão decretada e logo de início “devolveu dois milhões de reais em dinheiro vivo” e comprometeu-se a devolver o resto do dinheiro do golpe em até 90 dias; hoje Emmanuelle encontra-se em prisão domiciliar usando tornozeleira e não devolveu o restante do dinheiro do golpe.


A OAB/MS abriu processo administrativo para apurar a conduta da advogada no golpe milionário e já tem evidencias da participação direta da mesma no golpe aplicado no aposentado juntamente com José Geraldo Tadeu de Oliveira, Ronei Pécora e Delvanei Custodio.



Ficou comprovado que o cliente de Emmanuelle, João Nascimento não existia e seu documento foi falsificado para José Geraldo cobrar uma dívida da venda de uma fazenda que nunca existiu.


O advogado de Emmanuelle, Wilton Tavares de Lima afirma que sua cliente não tinha ciência de que os documentos eram falsos, alegando que ela não tinha obrigação de checar a veracidade de documentos apresentados por clientes, sendo que o Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil afirma que é um dos deveres do advogado conferir os documentos para qualquer serviço, devendo agir com os cuidados necessários.


O juiz de direito Aldo Ferreira da Silva Júnior sempre apresentou sua mulher Emmanuelle como pecuarista da cidade de Aquidauana, que seria proprietária de grandes fazendas e gado, só que as investigações feitas pelo Ministério Público e pela Corregedoria do tribunal de justiça descobriram que a mesma nunca foi fazendeira e nem sua família detém posses para ter fazenda, tendo descoberto que a mãe de Emmanuelle trabalhava na cantina de uma escola municipal daquela cidade.


O advogado que defende Emmanuelle, Wilson Tavares de lima, afirmou que sua cliente é vítima e afirma que a mesma não tinha como saber que o documento era falso e que se tratava de golpe; o interessante é que dos 5 milhões, 4 milhões foram depositados em uma conta de Emmanuelle e, segundo investigações que estão em estágio bem avançado, foi seu marido, o juiz de direito Aldo Ferreira da Silva júnior que, ligou para o gerente do banco abrir a conta para ela.


Emmanuelle sempre negou participação no golpe, mas até agora não soube explicar porque 4 milhões foram depositados em sua conta e de onde vieram os 2 milhões que devolveu prontamente, já que afirmava que havia repassado todo o dinheiro para seus “clientes”.


Pesa também contra o juiz de direito Aldo Ferreira da silva júnior, acusações de usar do seu cargo junto a vara de sucessões de Campo Grande, para obter vantagens indevidas usando de terceiras pessoas que são nomeadas pelo  mesmo para exercer cargo remunerado de inventariante judicial sempre inventários que tem vultosos patrimônios e, que em um deles um herdeiro noticiou em petição protocolada no inventario que “não havia possibilidade do inventario ir para frente, porque sempre haviam interpostas pessoas a exigir dinheiro por fora”.


Este processo administrativo disciplinar está em estágio avançado, e existem robustas provas das denúncias apresentadas contra o Juiz.


Um terceiro processo contra o juiz de Direito Aldo Ferreira da Silva júnior diz respeito a sua ligação com Jesus Silva Dias que já foi condenado pelos crimes de tráfico de drogas ( mais de 1900 kg de maconha), roubo de aeronaves, porte ilegal de armas e organização criminosa a mais de 20 anos de reclusão, conforme sentença extraída do sitio do tribunal de justiça de Minas.


Esta acusação é embasada em declarações do juiz Aldo de que jesus trabalha como gerente de manutenção em sua fazenda em Rio Negro, na fazenda maná Agropecuária Ltda., conforme petições advogado Wilson Tavares de Lima em nome de Jesus da Silva Dias que, é o mesmo advogado da mulher do juiz, a também advogada Emmanuelle.


No processo n°0101968-062014.8.13.0112 de Campo Belo (MG) foi pedido ao juiz da execução penal pelo advogado Wilson Tavares de Lima para transferir Jesus para Rio Negro(MS) para trabalhar na fazenda do juiz de direito Aldo Ferreira da Silva júnior como gerente de manutenção e também para seu advogado como cuidador de pasto, cerca, corrigir defeitos e outros serviços, sendo que a área que presta serviços ao advogado Wilson Tavares de lima é de propriedade do Juiz de Direito e que está arrendada para ele, conforme faz prova o contrato de arrendamento.


As investigações constataram que Jesus da Silva Dias suposto funcionário do juiz de direito Aldo Ferreira da Silva júnior e do advogado Wilson Tavares de Lima é primo de Delvanei Custodio preso juntamente com sua mulher Emmanuelle acusados do golpe de 5 milhões no aposentado do Rio de Janeiro, o que hipoteticamente liga um fato a outros em razão dos laços de parentesco das pessoas envolvidas.


Tem um quarto procedimento investigatório sobre o Juiz de direito Aldo Ferreira da Silva Junior sobre envolvimento em lavagem de dinheiro em estabelecimento de venda de veículos também em organização criminosa onde já foram ouvidas algumas testemunhas, coletadas provas e evidencias de sua participação.


Neste procedimento uma testemunha que trabalhava como gerente em uma concessionária de carros de alto luxo em Campo Grande afirmou categoricamente que Jesus da Silva Dias lhe levou em mãos, por mais de duas vezes, dinheiro vivo para pagar carros comprados na concessionaria e que estes carros ficavam em nome de Emmanuelle, mulher do Juiz. Outras evidencias foram constatadas em cima da conduta do Juiz de Direito Aldo Ferreira da Silva Junior, tal como, ameaças, coação e chantagens nos depoentes.


O gerente da concessionaria que em seu depoimento falou que os carros eram pagos em dinheiro e que o dinheiro lhe eram entregues por Jesus da Silva Dias e que eram e que havia sido chamado a depor no fórum, Vitor Arioli Junior fez declaração desmentindo o depoimento que tinha dado e, numa declaração datada de 1° de novembro de 2018 e que foi juntada no processo disciplinar que está na corregedoria de Justiça do Tribunal de mato grosso do Sul.


Existem provas documentais traves de assinaturas com firma reconhecida no cartório do 5° oficio de campo Grande, de que Jesus da Silva dias e Vitor Arioli júnior, onde jesus faz uma confissão de dividas para Vitor no valor de 105 mil reais a Vitor e deixa de garantia uma camionete Toyota Hilux SW4 de placas COM-4425, no mesmo dia em que Vitor arioli Junior faz declaração desmentindo o que havia dito em seus depoimentos prestados no fórum de campo Grande  que esta declaração já foi protocolada no processo na corregedoria de justiça.


A indagação dos responsáveis pelas investigações é que é muito estranho e comprometedor o fato de Vitor Arioli Junior ter feito declaração em favor do juiz de direito Aldo Ferreira da silva júnior no mesmo dia e horário que Jesus assinou documento confessando dever para Vitor, um advogado consultado afirmou que tais evidencias caracterizam coação da testemunha através de benefícios econômicos e também pode configurar crime de falso testemunho sujeito da reparação de danos, pois é muito sintomático os selos oficiais do cartório do 5°oficio terem a mesma data e horário.


Através das câmeras de segurança, ficou comprovado que no dia 01 de novembro lá compareceram Jesus da silva Dias, Vitor Arioli Junior e uma terceira pessoa que as autoridades descobriram se tratar de Pedro André Scaff Raffi, que seria um garagista que levava dinheiro para envolvidos. Nesta tarde para reconhecerem as firmas na confissão de dividas e na declaração onde Vitor Arioli desmente o seu próprio depoimento.


Segundo fontes que preferem não ter os nomes divulgados a confissão de dividas de Jesus da silva Dias e a retratação de Vitor Arioli Junior demostram uma sintonia de condutas, onde um (JESUS) confessa dever para obter declaração em benefício de terceiro, seu patrão (JUIZ ALDO) e isto está provado evidente, ainda mais porque a declaração de Vitor já foi protocolada no processo contra o juiz de direito Aldo Ferreira da Silva Junior que corre na corregedoria do Tribunal.


Só o fato de reeducando Jesus Silva dias estar no cartório do 5° Oficio no 01 de novembro caracteriza falta grave porque o mesmo cumpre pena em regime semiaberto e não pode se ausentar da Comarca de Rio Negro sem autorização do juiz e assinatura e reconhecimento como verdadeira comprova que estava fora da comarca sem autorização judicial.


O julgamento de um dos processos disciplinares contra o juiz de direito Aldo Ferreira da silva júnior será nesta quarta-feira dia 28 de novembro em sessão secreta onde todos os desembargadores emitirão parecer sobre as atitudes do juiz de direito Aldo Ferreira da Silva júnior e decidirão por seu afastamento ou não, lembrando que este juiz já foi afastado pelo CNJ, Conselho nacional de justiça por problemas na expedição de precatórios junto com um Desembargador aposentado.


Não é demais lembrar que poder Judiciário de nosso Estado tem sido manchete negativa na imprensa, e que dias atrás a Desembargadora Tania Freitas Borges então presidente do tribunal regional eleitoral foi afastada dos exercícios de suas funções pelo CNJ, por atitudes incompatíveis com o cargo buscando beneficiar seu filho que foi condenado a mais de 9 anos de reclusão.


Documentos que comprovam a Ligação do Juiz Aldo com Jesus da Silva Dias, veja o link: Doc Jesus da Silva Dias

A Reportagem tentou contato com os citados na denúncia e com seus advogados, mas até o fechamento da matéria não tivemos retorno.


Tribunal de Justiça afasta juiz acusado de corrupção.


Veja o Link: http://www.morenanewsms.com.br/noticia/geral/tribunal-de-justica-afasta-juiz-aldo-ferreira/

Fonte: Ms News


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