Ministro Gilmar Mendes do STF: O inimigo da Justiça Brasileira.

Ministro Gilmar Mendes do STF: O inimigo da Justiça Brasileira.

Caso Lula


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cogitou nesta terça-feira 24 uma nova possibilidade que pode beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos recursos que move contra sua condenação em primeira e segunda instância na Operação Lava Jato: reduzir o número de crimes pelo qual foi sentenciado.


Para Gilmar, é possível que Lula tenha a sentença reformada para ser condenado apenas por corrupção passiva, já que a lavagem de dinheiro poderia ser considerada um delito “embutido” na prática de corrupção passiva. “É preciso discutir se os dois crimes a que ele foi condenado realmente são dois crimes”, afirmou.


Na condenação pelo TRF4 em janeiro deste ano, o relator do caso, desembargador João Pedro Gebran Neto, fixou a condenação a oito anos e quatro meses por corrupção passiva e a três anos e nove meses por lavagem de dinheiro. Seu voto foi seguido pelos outros dois desembargadores da corte, Leandro Paulsen e Victor Laus.


Após ter sido condenado em segunda instância e preso no dia 7 de abril, Lula recorre contra a decisão ao STF e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Um desses recursos foi encaminhado pelo relator da Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin, na segunda-feira, 24, à Segunda Turma, da qual Gilmar faz parte. No recurso, Lula contesta o fato de ter sido preso quando a tramitação do processo ainda não havia, segundo ele, se encerrado em segunda instância.


Gilmar Mendes é o maior inimigo da Lava Jato.


Michel Temer, Aécio Neves e Lula contam com ele.


Caso Rei dos Transportes do RIO.


GILMAR MANDA SOLTAR O REI DOS TRANSPORTES DO RIO.


17 DE AGOSTO DE 2017.


O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes concedeu liberdade ao rei dos transportes de ônibus do Rio de Janeiro, Jacob Barata Filho; o empresário estava detido desde 2 de julho, no âmbito da Operação Ponto Final, cuja investigação é sobre um esquema de propinas a políticos e fraudes nos contratos de transporte público no Rio de Janeiro.



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